A PÁSCOA E SEUS SÍMBOLOS | |
Ainda hoje a família judaica se reúne para o "Seder", um jantar especial que é feito em família e dura oito dias. Além do jantar há leituras nas sinagogas. Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus. É considerada a festa das festas, a solenidade das solenidades, e não se celebra dignamente senão na alegria [2] . Em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração da páscoa era marcada com o fim do inverno e o início da primavera. Tempo em que animais e plantas aparecem novamente. Os pastores e camponeses presenteavam-se uns aos outros com ovos. |
PASCOA
O sonho de ser mãe
Ser mãe é muito mais do que um sonho, pois um sonho pode até não ser realizado ao longo da vida, mas é um objetivo, um projeto de vida, da minha vida.
Sempre, "desde que me entendo por gente" tenho esse projeto e tudo o que faço, minhas realizaçães profissionais, intelectuais e pessoais estão voltadas para esse único e tão maravilhoso "projetozinho". Eu tenho tanto amor armazenado no meu peito que às vezes penso: "vou explodir a qualquer momento!". Sabe o que é ficar embasbacada quando vê uma criança? E seja de que idade for... criança, é criança no melhor e mais angelical sentido da palavra.
Eu me imagino curtindo cada etapa desse maravilhoso e ocupadíssimo universo materno. Todas as mães que conheço dizem: "quando você for mãe, você vai saber: é um amor incondicional, passional às vezes, inconfundível, cúmplice, que te deixa zonza. É um amor absurdamente verdadeiro e puro". Penso que este seja o sentimento mais parecido com o Amor Divino para conosco, simples mortais: puro, infinito, incondicional e leal.
Mas me pego refletindo: "poxa, mas eu vou sentir algo mais forte do que sinto? Como isso é possível se já acho que vou explodir???"
É.....pelo visto isso é possível sim. E eu.... bem... não vejo a hora da minha hora chegar. Aí, eu vou dizer como a mais sábia das criaturas para as futuras mães: quando vocês forem mães, vocês vão saber...
02 anos - Bodas de Papel
03 anos - Bodas de Trigo
04 anos - Bodas de Cera
05 anos - Bodas de Madeira
06 anos - Bodas de Perfume
07 anos - Bodas de Lã
08 anos - Bodas de Cobre
09 anos - Bodas de Cerâmica
10 anos - Bodas de Estanho
11 anos - Bodas de Aço
12 anos - Bodas de Seda
13 anos - Bodas de Linho
14 anos - Bodas de Marfim
15 anos - Bodas de Cristal
16 anos - Bodas de Safira
17 anos - Bodas de Rosa
18 anos - Bodas de Turquesa
19 anos - Bodas de Cretone
20 anos - Bodas de Porcelana
25 anos - Bodas de Prata
30 anos - Bodas de Pérola
35 anos - Bodas de Coral
40 anos - Bodas de Rubi
45 anos - Bodas de Platina
50 anos - Bodas de Ouro
60 anos - Bodas de Diamante
70 anos - Bodas de Cobre
75 anos - Bodas de Brilhante
80 anos - Bodas de Carvalho
Quero tanto ser mãe que até as lágrimas me vêm aos olhos a escrever-vos estas palavras, quero tanto um fruto do nosso Amor, quero tanto senti-lo crescer dentro de mim, quero tanto aprender a ser mãe de uma estrelinha ao lado do meu Sol...
Acho que vamos ser os papás mais felizes do mundo quando este sonho se tornar realidade! Até lá vamos sonhando e esperando que todas as horas se acertem para dar à luz uma nova LUZ para a nossa vida.

SAUDADE....
Muito bonito !!! E parando para pensar... É isso mesmo.
Leiam que vale a pena.
DEFINIÇÃO DE SAUDADE
Artigo do Dr. Rogério Brandão
Médico oncologista clinico
No início da minha vida profissional, senti-me atraído em tratar crianças, me entusiasmei com a oncologia infantil. Tinha, e tenho ainda hoje, um carinho muito grande por crianças. Elas nos enternecem e nos surpreendem como suas maneiras simples e diretas de ver o mundo, sem meias verdades.
Nós médicos somos treinados para nos sentirmos "deuses". Só que não o somos! Não acho o sentimento de onipotência de todo ruim, se bem dosado. É este sentimento que nos impulsiona, que nos ajuda a vencer desafios, a se rebelar contra a morte e a tentar ir sempre mais além. Se mal dosado, porém, este sentimento será de arrogância e prepotência, o que não é bom. Quando perdemos um paciente, voltamos à planície, experimentamos o fracasso e os limites que a ciência nos impõe e entendemos que não somos deuses. Somos forçados a reconhecer nossos limites!
Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional. Nesse hospital, comecei a freqüentar a enfermaria infantil, e a me apaixonar pela oncopediatria. Mas também comecei a vivenciar os dramas dos meus pacientes, particularmente os das crianças, que via como vítimas inocentes desta terrível doença que é o câncer.
Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento destas crianças. Até o dia em que um anjo passou por mim.
Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.
Mas nunca vi meu anjo fraquejar. Já a vi chorar sim, muitas vezes, mas não via fraqueza em seu choro. Via medo em seus olhinhos algumas vezes, e isto é humano! Mas via confiança e determinação. Ela entregava o bracinho à enfermeira, e com uma lágrima nos olhos dizia: faça tia, é preciso para eu ficar boa.
Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
Meu anjo respondeu:
- Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando agente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é?
(Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)
- É isso mesmo, e então?
- Vou explicar o que acontece, continuou ela: Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?
- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei "entupigaitado" . Boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação.
- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha, emendou ela.
Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo: - E o que saudade significa para você, minha querida?
- Não sabe não tio? Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
Um anjo passou por mim...
Foi enviado para me dizer que existe muito mais entre o céu e a terra, do que nos permitimos enxergar. Que geralmente, absolutilizamos tudo que é relativo (carros novos, casas, roupas de grife, jóias) enquanto relativizamos a única coisa absoluta que temos, nossa transcendência.
Meu anjinho já se foi, há longos anos. Mas me deixou uma grande lição, vindo de alguém que jamais pensei, por ser criança e portadora de grave doença, e a quem nunca mais esqueci. Deixou uma lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.
Hoje, quando a noite chega e o céu está limpo, vejo uma linda estrela a quem chamo "meu anjo, que brilha e resplandece no céu. Imagino ser ela, fulgurante em sua nova e eterna casa.
Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que ensinastes, pela ajuda que me destes.
Que bom que existem saudades! O amor que ficou é eterno.
MÉDICOS SEM FRONTEIRAS
Médicos Sem Fronteiras é uma organização médico-humanitária internacional, independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam. Também é missão de MSF tornar públicas as situações enfrentadas pelas populações atendidas.
São cerca de 28 mil profissionais de diferentes áreas, espalhados por mais de 60 países, atuando diariamente em situações de desastres naturais, fome, conflitos, epidemias e combate a doenças negligenciadas.
A organização foi criada em 1971, na França, por jovens médicos e jornalistas, que atuaram como voluntários no fim dos anos 60 em Biafra, na Nigéria. Enquanto a equipe médica socorria vítimas em uma brutal guerra civil, o grupo percebeu as limitações da ajuda humanitária internacional: a dificuldade de acesso ao local e os entraves burocráticos e políticos faziam com que muitos se calassem frente aos fatos testemunhados.
MSF surge, então, como uma organização médico-humanitária que associa socorro médico e testemunho em favor das populações em risco.
A organização é uma iniciativa independente de governos e sustentada, em grande parte, por contribuições privadas, o que lhe confere agilidade e liberdade para oferecer ajuda humanitária onde for necessário.
O que fazemos
Oferecer cuidados de saúde em situações de crise é a base do trabalho de Médicos Sem Fronteiras. Conflitos, epidemias, catástrofes naturais, desnutrição e exclusão do acesso à saúde são os principais eixos de atuação de MSF. Tais situações pedem ajuda rápida, com atendimento médico especializado e apoio logístico.
Além de oferecer atendimento em situações de extrema urgência, MSF também se faz presente em locais onde o sistema de saúde não funciona, ou não existe. A organização oferece cuidados de saúde básica e de prevenção em campos de refugiados, áreas de grande instabilidade ou extremamente isoladas.
Os principais modos de ação de MSF são:
- Assistência de saúde primária em centros de saúde e clínicas móveis
- Alimentação e nutrição
- Saúde materno-infantil
- Campanhas de vacinação
- Diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças específicas (malária, tuberculose, chagas, HIV/Aids etc)
- Atendimento a feridos e cirurgia de guerra
- Cuidados de saúde mental
- Atendimento a vítimas de violência sexual
- Distribuição de alimentos e de itens de abrigo de primeira necessidade
- Construção e manutenção de estruturas de água e saneamento
- Recuperação de hospitais e clínicas
- Treinamento de profissionais (equipe MSF e parceiros de organizações governamentais e não-governamentais)
Como atuamos
Um projeto pode ser desencadeado pela existência de uma situação de crise que requer uma resposta humanitária ou pelo pedido de organizações internacionais, de um governo nacional ou de outras organizações não-governamentais. O primeiro passo é enviar uma equipe ao local para avaliar a situação.
Profissionais de MSF analisam, de acordo com o contexto, o número de pessoas afetadas, as necessidades médicas e nutricionais, a infra-estrutura de transportes, água e saneamento, o ambiente político e a capacidade local de responder ao problema. Assim, a organização toma a decisão final de intervir ou não naquele país, determinando as prioridades de saúde, além de compor a equipe que entrará em ação e os recursos necessários para iniciar o projeto.
Quando há uma emergência, uma intervenção pode ser efetuada entre 48 e 72 horas após identificado o problema. Por trás da agilidade de MSF, está um sistema de logística extremamente eficiente. A padronização dos métodos de trabalho, a organização de materiais em kits específicos, a manutenção de estoques permanentes e a experiência dos profissionais permitem que MSF chegue ao local afetado com rapidez e comece imediatamente a socorrer as vítimas.
MSF possui quatro centros de logística na Europa e no Leste da África e estoques de equipamento na América Central e no Leste da Ásia. Dessa forma, materiais podem ser enviados de avião para regiões em crise dentro de 24 horas.
Durante as atividades, a avaliação dos procedimentos é constante, para adaptá-los às necessidades da população atendida. A troca de informações entre o pessoal que está em campo e os centros operacionais é contínua, o que assegura flexibilidade das operações e otimização dos recursos em favor das pessoas assistidas.
Todos os projetos de Médicos Sem Fronteiras têm prazo para terminar. Uma vez supridas as necessidades que levaram à instalação do projeto, MSF começa gradualmente a retirar suas equipes para encerrar o programa, ou para repassá-lo a ONGs locais ou ao governo do país.
TRABALHE TAMBÉM NO MÉDICOS SEM FRONTEIRAS
A cada ano, mais de 3 mil pessoas, de cerca de 40 nacionalidades e de diferentes profissões, partem para trabalhar nos projetos da organização. | ||
| MSF busca profissionais qualificados, experientes, motivados e flexíveis, capazes de se adaptar a outros contextos e culturas e viver em condições às vezes difíceis. | ||
Faça o quiz para saber se você tem o perfil adequado.
No Brasil
Ao contrário do que se imagina, as pessoas que atuam com Médicos Sem Fronteiras não são voluntárias. Na verdade, os profissionais que trabalham com MSF são contratados da organização. Para trabalhar conosco, eles passam por um processo de seleção normal, têm carteira assinada e todos os direitos trabalhistas. Isso é necessário porque atuamos em contextos difíceis e quanto maior a dedicação e a estabilidade de nossos profissionais, maior é o compromisso com o trabalho e melhor é o desenvolvimento dos projetos.
Terremoto danifica unidades de saúde e deixa centenas de feridos no Haiti Equipes de MSF estão tentando manter o atendimento e também aumentar a capac
No dia 12 de janeiro, um terremoto de magnitude 7.0 atingiu cerca de 15 quilômetros do sudoeste da capital do Haiti, Porto Príncipe. Equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) no terreno testemunharam uma destruição significante em suas unidades médicas, ferimentos em pacientes e equipe e um grande fluxo de feridos nesses hospitais da capital.
O Hospital de Trauma Trinité de MSF, que possui uma estrutura com 60 leitos e é a única unidade que oferece atendimento médico gratuito em Porto Príncipe, foi seriamente danificado pelo terremoto. Apesar da dificuldade para confirmar informações, centenas ficaram feridos na capital totalmente destruída pelo tremor.
No momento, as equipes de MSF estão tentando garantir a segurança e o atendimento contínuo dos pacientes que chegam ao Hospital Trinité e também estão tentando aumentar a capacidade de atendimento de novos pacientes. Em seu Hospital Maternité Solidarité, uma unidade de emergência obstétrica com 75 leitos também na capital, mulheres grávidas, mães recentes e recém-nascidos foram retirados da unidade por medida de precaução, devido aos danos estruturais observados. MSF também administra Martissant 25, um centro de saúde na comunidade carente de mesmo nome.
Os sistemas de comunicação como redes de celulares não estão funcionando e o acesso pelas estradas está muito prejudicado.
MSF está extremamente preocupada com a segurança de seus pacientes e equipes. Trabalhadores adicionais vão ser enviados para reforçar a já existente equipe de MSF no terreno e para realizar um levantamento sobre as necessidades emergentes nos próximos dias.
MSF trabalha no Haiti desde 1991.
Como ajudar as vítimas do terremoto no Haiti (atualizado em 15/01)
O terremoto no Haiti pode ter feito mais de 100.000 vítimas fatais. Você pode fazer a diferença doando QUALQUER QUANTIA através do seu cartão de crédito no site da Oxfam, um movimento humanitário de combate à pobreza sediado na Inglaterra. A iniciativa tem 100 pessoas trabalhando no Haiti, e está sendo apoiada pelo Google e pelo Youtube – e, na falta de uma credencial melhor, dei meu voto de confiança e fiz minha doação. Agora é com você.
Também é possível enviar dinheiro através do site da UNICEF e da Cruz Vermelha. Se você não possui cartão de crédito, a ONG Viva Rio está angariando fundos através de doações em conta corrente:
ONG Viva Rio
Banco do Brasil
Agência 1769-8
Conta 5113-6
CNPJ: 00343941000128
Outras CC recebendo doações:
Embaixada da República do Haiti
Banco do Brasil
Agência 1606-3
CC 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71
Comitê Internacional da Cruz Vermelha
HSBC
Agência 1276
CC 14526-84
CNPJ 04359688/0001-51




